quarta-feira, 6 de julho de 2011

Soneto II

Não tenho o sol, meu amor
Mais te esquento em noites de inverno.
Se essas noites são escuras e frias, branca e quente é a sua cor
E o perfume do cabelo, já sinto por perto

Seus lábios como rosas avermelhadas
Onde eu encontro o mais doce beijo
E no perfume de uma pele delicada
Me repouso; pois és o meu desejo

Sua voz é melodia, mesmo quando
Na música há uma confusão.
E foi me antecipando.

Falo pra você que é a minha paixão.
Mas te digo, que esse é um preço caro
Pois é pra você, que me declaro
.

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