domingo, 1 de janeiro de 2012

A filha do francês

Linda casa, linda pele.
Olhos atentos ao que se via em sua volta
Não pertencia a ninguém, a não ser aos seus pais.
Queria ser dele,
Mas nenhum plano daria certo, nem suas tramóias
O que ela falava era lei e sem mais.

Moça humilde e com um puro coração
Palavras sinceras e sem mentiras
Seu pai um francês que desembarcou no rio
Carregava uma emoção,
Por ter uma casinha, uma casinha de boneca, mas ela tinha
E chamava seu cachorro, pelo um assobio.

Confesso não me lembro de suas características
Mas sempre foi a mais querida da cidade,
Simpatia, uma palavra que a domina
Sabe bem o que quer da vida
Mas sempre sente saudades
Do que ainda nem se vivia.

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