quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desabafo do poeta.

Maldita é antítese da vida,
Fruto da efêmera sensação de amar com a razão de pensar
Dor voluntária involuntariamente necessária.
Acostuma-te, óh alma, a dor que és fadada a carregar
Pois dela vem toda a fonte do teu bel-prazer
Corpo inútil, não consegues alcançar a tua desejada,
e fazes com que teu espirito passe a penar.
Amor covarde, que foge da mente e alça repouso no coração.
Calem-se Musas, Silêncio Sereias!
Não quero eu ouvir teus cantos que enganam néscios marinheiros.
Basta para mim minha inspiradora, que tanto me faz sofrer, e mesmo assim, me faz sonhar.

Autor: Lucas Cruz

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