sábado, 5 de junho de 2010

Réplica

Como és insensível coração de penha
Como és egoísta, pensa apenas em tuas necessidades?
e a besta que ruge dentro de mim, que nem sequer ouso desafia-lá?
E como pretendes retribuir todo o amor inexpremível que sinto por tua presença?
E como pretendes calar o selvagem e penetrante paixão que refuga em meu peito?

Tu és para mim, como as florestas de cedro são para o líbano
Como a bela aurora de um dia para aquele que não ama, mas que deseja ardentemente amar-te
Sinto tua presença que enamora min'alma de forma tão tênue
Que acalma meus desejos mais selvagens, e que refina meus sentimentos como se refina o ouro
óh amada minha, que venhamos a acalmar mutuamente tudo aquilo que sentimos.

Autor: Lucas Cruz

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